Vias esburacadas nas duas cidades da tríplice fronteira geram prejuízos e causam vergonha entre moradores.
Foz do Iguaçu e Ciudad del Este vivem do turismo, mas deixam a desejar quando o assunto é infraestrutura. De um lado, ruas e avenidas de Foz estão cheias de buracos. Do outro, a Rodovia PY02, no centro comercial paraguaio, virou um verdadeiro campo minado.
Em Foz, a prefeitura até colocou uma força-tarefa para tapar buracos, mas parece enxugar gelo: fecha um, abrem dez. A situação é ainda mais crítica na Rua Coronel Caetano Rocha, próxima ao corredor turístico, onde as crateras tomam conta e parecem fugir dos olhos da administração. Motoristas reclamam, moradores se revoltam e turistas se espantam com o abandono em um ponto tão estratégico.
Já em Ciudad del Este, o cenário é o mesmo. No trecho que começa na rotatória do Reloj, crateras obrigam motoristas a fazer manobras bruscas e perigosas. Taxistas e comerciantes afirmam que a má conservação mancha a imagem da fronteira.
Quem depende do turismo sente o impacto imediato. Brasileiros e estrangeiros se dizem envergonhados ao circular pelas ruas e avenidas das duas cidades, consideradas cartão-postal da tríplice fronteira.
Enquanto autoridades seguem sem dar respostas, Foz e Ciudad del Este continuam colecionando crateras, prejuízos e críticas, justamente onde o turismo deveria ser prioridade e as avenidas uma referência.
Assessoria Juridica: Vitor Finatto Advogados Associados